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SAIBA MAIS / O que eu faço quando...

Guia para o professor do Unificado em sala de aula

INDISCIPLINA


...o aluno tem um ataque de riso durante a aula e, quanto mais eu peço que pare, mais ele ri?


Devo ter em mente que, nessa situação, minha reação depende do aluno, da turma e do contexto. Sendo um ataque de riso, entendo que não é proposital e que, portanto, é complicado de controlar. Assim, é pior fazer alarde sobre isso, pois pode contaminar os outros alunos.


Se ele não parar, ignoro e espero que o ataque pare. Posso, também, sugerir que tome água ou dê uma volta. Se se originou de uma piada feita em sala ou se tiver a ver com a matéria dada, espero que se recomponha e retomo a aula.


Se for fora de contexto ou fruto de conversa paralela, interrompo, demonstrando insatisfação.


Em casos extremos e reincidentes, faço uma ocorrência, deixando claro ao aluno o motivo, isto é, o fato de ter interrompido a aula e não o fato de ter tido um ataque de riso.


 


...o aluno está sempre na porta quando chego e resiste ao pedido para que tome assento imediatamente?


Devo perceber que talvez esteja sendo muito tolerante com algumas turmas, criando um “timing” prejudicial às aulas, mas também devo perceber que cada turma tem a sua dinâmica e devo buscar criar estratégias para cada uma, sem maximizar o problema e evitando dar atenção excessiva ao aluno.


No primeiro momento, devo admoestar o aluno e a turma, relembrando a regra. Em seguida, se ele insistir, registro a ocorrência de problema em sala. Havendo reincidência, excluo e registro a ocorrência. 


 


...um aluno termina rapidamente a atividade e incomoda os outros alunos da turma?


Devo ter em mente que é preciso criar estratégias para mantê-lo ocupado. Posso sugerir que leia o livro literário ou realize outras atividades (na apostila ou no Caderno de Atividades, por exemplo).


Outra alternativa, visto que, geralmente quem termina antes é aluno de bom desempenho, é pedir para que ele ajude os outros colegas a fazerem os exercícios.  


 


...o aluno pede para ir ao banheiro, mas não retorna?


De um modo geral, ao autorizar, devo sugerir que seja breve (“Rapidinho!”, “Dois minutos!”, ...). Se demorar, peço para um aluno comunicar o CT ou o auxiliar de Coordenação, que assume a questão.


 


...um aluno se nega a trabalhar com a equipe escolhida por mim?


Inicialmente, devo observar que, dependendo do Trabalho, existem várias maneiras de se formar uma equipe, e que, uma delas, é aquela em que o professor escolhe os componentes. É importante que, para essa escolha, eu estabeleça com clareza os critérios para a formação do grupo.


Se parte do Trabalho for em casa e o motivo for a dificuldade de deslocamento, aceito imediatamente a solicitação do aluno.


Se não for este o caso, busco argumentar, mostrando que às vezes é necessário fazer parte de um grupo com pouca afinidade. Havendo resistência, devo agir com bom senso, cedendo, mas demonstrando o meu desagrado.


 


...o aluno desrespeita o espelho de classe e se nega a atender quando o insto a retornar ao seu lugar?


Inicialmente, devo observar que uma cópia atualizada do espelho de classe deve estar afixada no mural.


Considerando que o aluno acabou de ser admoestado e ainda assim se negou a voltar ao seu lugar, excluo-o de sala.


 


...a Coordenação e a Direção não estão presentes na escola e um aluno, por qualquer razão, se nega a sair da sala, no primeiro momento?


De um modo geral, devo pensar bem antes de excluir o aluno neste caso tendo em vista que não há autoridades na escola. Além disso, devo sempre me lembrar de que as exclusões não devem acontecer de maneira intempestiva.


Mas, se decidi excluir, tento convencer o aluno de que ele vai piorar a situação se não sair de sala. Se  realmente não conseguir convencer o aluno a sair, devo procurar algum funcionário que esteja na escola (outros Coordenadores, Secretária, professores veteranos, auxiliares). Provavelmente, neste ínterim, o aluno pode refletir e decidir sair.


 


PROVOCAÇÃO


... o aluno faz uma brincadeira desagradável comigo, ressaltando alguma característica (física ou psicológica) minha?


Devo entender que essa provocação é uma tentativa do aluno de testar a minha autoridade. Se me incomodar muito, ele vai perceber que me atingiu. Se eu ignorar, julgará minha capacidade de agir.


Portanto, devo entender que eu sou o professor e o adulto nessa relação. Dessa forma, evito discussões para não criar um desentendimento. Faço-o entender, de maneira enfática, que essa minha característica não interfere na qualidade ou nos objetivos da aula e mostro que isso é irrelevante para esse momento.


É importante, a partir de então, observar esse aluno e levar a situação para o CT a fim de descobrir se tal comportamento é recorrente com outros alunos ou colegas, visto que essa atitude pode ser reflexo de outros problemas que o aluno possa ter.


 


...ainda sem conhecer os alunos, pergunto o nome de algum que não tenha feito a tarefa e ele mente?


Antes de mais nada, devo evitar que essa situação aconteça. Para isso, posso, nas primeiras tarefas do ano, chamar os alunos em voz alta, um a um, para que venham mostrá-las para mim.


Outra sugestão é pedir que o aluno marque o seu nome na planilha de tarefas. Se eu desconfiar, pelos seus gestos, que está mentindo, consulto o representante de turma.


Caso não consiga evitar e a situação aconteça, devo manifestar meu desagrado com a mentira. Dependendo da situação, se considerar sério (como dar o nome de alguém que faltou no intuito de prejudicar o colega), posso registrar uma ocorrência.


 


...estou dando aula e, repentinamente, o data show ou o ar condicionado desligam? (o que acontece através de um aplicativo que controla estes equipamentos)


Primeiramente, verifico se não houve um problema com o aparelho. Não havendo, questiono, de forma bem humorada, se alguém está fazendo uso de algum aplicativo.


Visto que não sei que é o responsável, é importante não fazer ameaças à turma que não resolvam o problema.


Caso o problema persista, devo comunicar o CT.


 


...o aluno faz somente as respostas de uma determinada questão na tarefa sem demonstrar o cálculo e argumenta que fez de cabeça?


Antes de tudo, é importante deixar claro, previamente, que não aceitarei somente a resposta final, havendo necessidade de uma justificativa ou do raciocínio, não necessariamente do cálculo.


Dada essa instrução anterior, caso isso não seja cumprido, devo invalidar a tarefa. 


 


...um aluno está fora do espelho e quando questionado alega que foi autorizado a trocar de lugar pelo outro professor?


De início, pergunto ao aluno a razão da mudança e, se for aceitável (muito frio do ar condicionado com aluno doente, por exemplo), posso deixar como está.


Percebendo a necessidade da mudança permanente, solicito ao aluno que procure o CT, em outro momento, para alterar o espelho.


Se a justificativa não for razoável, peço que o aluno volte ao seu lugar. Se ele disser que acha importante mudar, peço que ele mesmo converse com o CT.


 


...um aluno escreve um texto com linguagem imprópria e continua me desafiando quando o questiono?


Vista a informalidade com a qual os alunos se comunicam, é importante ter em mente o que é, de fato, uma linguagem imprópria.


Sendo realmente assim, com palavras de baixo calão, por exemplo, posso zerar a produção e informo que o uso desse vocabulário é uma das razões para que isso tenha acontecido.


Anteriormente, no entanto, devo ter encaminhado o texto para o CT, que deve averiguar o motivo pelo qual isso aconteceu.


 


...em meio a uma situação que o desagradou, um aluno fala um palavrão, dando a impressão de que está me xingando?


Devo deixar claro que a sala de aula não é o lugar para esse tipo de palavras.


Assim, manifesto minha insatisfação e indignação, aguardando que o aluno reconheça a atitude indevida.


Caso o aluno retruque, devo encaminhá-lo ao CT e registrar a ocorrência da exclusão.


 


...desenho (não muito bem) um mapa do Brasil no quadro; um aluno, irônico, pergunta “O que é isso?”?


Inicialmente, devo perceber que não preciso ser um desenhista para ser um professor.


Respondo, em tom de brincadeira e sem me sentir ofendido, minimizando o episódio, que, neste momento, ele deverá considerar o desenho como o mapa do Brasil.


 


 ...pouco após eu ter entregado uma avaliação corrigida, o aluno a joga na lixeira?


Se eu perceber que a atitude se deve a uma insatisfação pessoal consigo mesmo, estrategicamente digo, dirigindo-me a toda a turma, algo como “a correção da prova será cobrada como tarefa”.


Se eu perceber que a atitude é uma provocação a mim, peço que recolha a avaliação da lixeira e a desamasse. Se ele se negar, eu recolho a avaliação, excluo o aluno de sala e, após a aula, entrego-a para o CT.


 


...estou apresentando um conteúdo e um aluno joga uma bolinha de papel em minha cabeça?


Devo entender que, provavelmente, o aluno mirava o lixeiro e errou o alvo.


Se eu não vir quem jogou, recolho a bolinha e, em tom de brincadeira, digo algo como “O lixeiro é ali”. Jogo a bolinha no lixeiro, continuando a apresentação.


Se eu vir quem jogou, solicito que recolha a bolinha e a jogue no lixeiro.


 


...determino algo e um aluno me enfrenta, desacatando?


De modo geral, considero que não devo responder às provocações dos alunos, lembrando que eu sou o adulto da relação.


De acordo com a regra, excluo o aluno e registro a ocorrência.


 


...um aluno reclama do meu critério para marcação de tarefas não feitas, eventualmente comparando-me com outros professores?


De um modo geral, devo ter claro que, no início do ano, estabeleci os meus critérios gerais e, ao passar cada tarefa, devo deixar claro o que quero.


Se um aluno comparar meus critérios com os critérios de outros professores, reforço que cada professor pode estabelecer os seus.


 


...entro em sala de aula e os alunos perguntam se uma palavra escrita, de forma errada, no quadro, por outro professor, está correta?


Digo que o professor pode ter se enganado, minimizando o problema. Se possível, mais tarde, informo o colega do ocorrido.


 


PARTICIPAÇÃO INADEQUADA NAS AULAS


...durante a aula o aluno não participa e dorme?


Chego próximo ao aluno e discretamente chamo a sua atenção. Se não funcionar, solicito que vá lavar o rosto. Se ele disser que não há necessidade e despertar, dou o problema por resolvido. Se ele se recusar e continuar dormindo, excluo-o de sala.


Se a situação se repetir em algumas aulas, registro o problema em sala e informo-me sobre a causa com o CT, combinando a estratégia a adotar.


 


...os alunos trocam bilhetinhos durante a aula?


Primeiramente, tento minimizar a situação, recolhendo o bilhete discretamente, sem ler.


Em algum momento, destruo-o e jogo fora.


 


...um aluno guarda o material quando o horário do término da aula se aproxima, embora eu ainda esteja dando aula?


Aviso o aluno, de modo que todos ouçam, que ainda não terminei a aula e que, portanto, o material deve estar sobre a carteira.


Havendo tempo útil e caso o aluno se negue, registro a ocorrência.


 


...chamo a atenção do aluno que está conversando durante a explicação e ele diz que não é o único que está conversando?


Percebo que este é um típico caso de aplicar a regra: chamo a atenção, registro a ocorrência e, se persistir, excluo de sala.


Contra-argumento que chamei a sua atenção naquele momento, mas percebo quando há outros alunos conversando também.


De um modo geral, evito chamar a atenção de somente um aluno. Se possível, não o exponho, mas vou a sua direção, sinalizando ou falando-lhe baixo.


 


...o aluno não está com o material didático para realizar os exercícios propostos?


Solicito que o aluno trabalhe em dupla com um colega, escolhido por mim, se necessário, anotando as respostas no seu caderno — que deve verificar. Não me esqueço de registrar uma ocorrência pela falta de material.


Se o aluno se recusar, devo excluí-lo de sala, tendo em vista estar se negando a trabalhar.


 


PROBLEMA ENTRE ALUNOS


...um aluno insistentemente chama um colega por apelidos depreciativos?


Com bom senso, considerando a faixa etária e o perfil dos alunos, posso não intervir, numa primeira vez, e esperar resolverem.


Por outro lado, também posso me aproximar e questionar se o que foi dito foi aquilo mesmo, mostrando desagrado.


Se o problema persistir, o que geralmente é indicado pelo aluno que sofreu o xingamento, chamo o aluno que ofendeu em particular, buscando encontrar os motivos e fazendo-o refletir a respeito da sua conduta.


Depois, fora da sala de aula, é importante conversar com o aluno ofendido, para descobrir se o problema é recorrente, e, se for o caso, repassar para o CT.


 


...o aluno, cujo comportamento costuma desagradar a turma, faz comentários e alguém o repreende, gritando: ‘Cala boca, seu chato’, por exemplo?


Primeiramente, devo chamar a atenção do aluno que gritou, ressaltando que ele foi desrespeitoso e que isso não deve se repetir.


Devo exigir que todos os colegas se respeitem e reforçar que todos têm o direito de se manifestar e que devem fazer perguntas sempre que acharem necessário.


Se o aluno realmente é inconveniente, devo buscar estratégias para resolver o problema, como uma conversa em particular, orientá-lo a deixar as perguntas para o fim da explicação etc.


 


...durante uma apresentação, dois alunos ficam rindo e imitando um dos colegas que está apresentando?


Antes de começar, devo expor as regras da apresentação, que pode incluir desconto de nota por atitude inadequada da plateia.


Se, durante a apresentação, houver alunos que desrespeitem o colega, chamo a atenção, dizendo que não admitirei falta de respeito. Repetindo-se a atitude, excluo-os de sala.


 


...os alunos constantemente debocham de um determinado colega que, aparentemente, tem algum tipo de problema, excluindo-o e ridicularizando-o perante toda a turma?


Primeiramente, devo observar se o problema do aluno é algum transtorno já diagnosticado. Se assim for, procuro um momento para falar com a turma sobre o aluno, explicando a situação e pedindo colaboração.


Também devo perceber se há algum aluno que lidera o deboche. Se for assim, devo conversar com esse aluno, em outro momento, tentando lhe expor a situação e buscando sua cooperação.


Se não for nem uma coisa nem outra ― isto é, se for um caso pontual —, tento resolver sem delongas com o grupo a situação.


Caso este problema persista, encaminho o caso para o CT.


 


...dois alunos trocam ofensas pessoais diante de toda a turma?


De modo geral, devo ter sensibilidade para reconhecer a gravidade das ofensas, tentando, se possível e rapidamente, reestabelecer a ordem.


Caso os alunos insistam, acompanho-os até o CT e registro uma ocorrência.


 


...durante a exposição de um conteúdo, um aluno dá um grito e acusa o colega de ter lhe espetado com o lápis?


Concluo rapidamente o meu raciocínio. Em seguida, discretamente me aproximo do aluno “espetado” e, em voz baixa, pergunto se se machucou.


Se o aluno sinalizar que não, demonstro de modo breve meu desagrado ao agressor. Caso contrário, verifico a gravidade.


Se não for grave, demonstro de modo breve meu desagrado ao agressor. Se for grave, converso com os dois, em particular, buscando a conciliação. Eventualmente, posso ter que levar o caso à Coordenação.


De um modo geral, devo perceber que os alunos gostam de receber atenção.


 


...um aluno ameaça o colega com um objeto pontiagudo?


É importante que eu não tente recolher o objeto nem afrontar o agressor, mas, pelo contrário, tente acalmá-lo, conversando, e, ao mesmo tempo, discretamente, solicite a um outro aluno que chame o CT.


 


IRREGULARIDADES EM ATIVIDADES AVALIATIVAS


...um aluno alega que participou da produção do trabalho a longo prazo e, devido a um desentendimento recente, o grupo retira seu nome?


Tenho que ter em mente que os trabalhos em grupo sempre costumam trazer esse tipo de problemas, portanto, uma conversa com a turma relembrando a importância de todos participarem e ressaltando que há várias funções que cada um pode fazer é muito valiosa.


Se mesmo assim ocorrer um problema desse tipo, preciso chamar os membros do grupo e ouvir as versões até chegar a um consenso.


Caso não chegue, encaminho o caso ao CT.


 


...um aluno delata outros que estavam colando em um trabalho ou na prova, ou ainda que copiaram a tarefa no pátio antes do início da aula e, mesmo sendo discreto, a turma reconhece o delator, revoltando-se contra ele?


Preciso considerar que a escola é lugar de valorizar a atitude correta, sem perder o foco da minha aula.


No entanto, devo resolver a situação imediatamente em sala, não a deixando passar em branco. Para isso, posso ter uma breve conversa, ouvindo as partes e minimizando a situação.


Caso o problema persista, encaminho para a coordenação.


Uma sugestão seria aproveitar o assunto para as aulas de Tutoria, no caso do Ensino Fundamental.


 


...um aluno, frequentemente, mostra as atividades em branco ou escreve respostas sem sentido, somente para fingir que fez?


Primeiramente, ao perceber, devo admoestar o aluno, solicitando que faça a atividade.


Se até o prazo determinado o aluno não a fizer, registro uma ocorrência e, obrigatoriamente, desconto na sua nota livre.


 


...sou informado pelos alunos que um dos integrantes colocou o nome em um Trabalho de grupo sem participar do seu desenvolvimento?


De modo geral, devo entender que, de acordo com a norma do Trabalho em grupo, ao menos uma parte é feita em sala. Portanto, eu já terei percebido a falta de envolvimento do aluno.


Mas, se isso não ocorrer, primeiramente devo averiguar, fazendo um rápido questionamento ao aluno sobre o conteúdo do Trabalho.


Se constatar que ele, de fato, não participou em momento algum, registro a ocorrência ‘Trabalho não entregue’ e lanço nota zero.


 


...solicito o caderno ao aluno, a fim de avaliá-lo, porém o aluno entrega o caderno de um colega dizendo que é seu e só percebo isso posteriormente?


Primeiramente, devo estar seguro de que rubriquei os cadernos ao avaliá-los.


Para o aluno que pegou o caderno do colega, registro nota zero e escrevo duas ocorrências: ‘sem material didático’ e ‘problema em sala’.


Se ficar claro o envolvimento do dono do caderno, registro a ocorrência ‘problema em sala’ para ele.


 


DANOS AO PATRIMÔNIO


... um aluno diz que seu material sumiu?


Primeiramente, acalmo-o e, quando todos estiverem acomodados, verifico se o material não apareceu.


Caso isso não aconteça, solicito que o aluno procure o CT e explique a situação.


Se o aluno disser que não há necessidade, entendo que não passou de uma brincadeira entre colegas. 


 


...alguns alunos acusam um colega de ter pegado algum pertence de outro, que nega?


Primeiramente, devo tirar o foco do acusado e passá-lo para o objeto desaparecido, pedindo para que a turma o procure. Se o objeto for encontrado, dou o assunto por resolvido.


Se o objeto não for encontrado, peço para a turma não fazer pré-julgamentos e chamo o CT para resolver a questão.


 


...um aluno, propositalmente e para provocar, risca o material de outro?


Se for uma folha, peço que o aluno troque a atividade que foi riscada pela do colega, que está limpa. Nos outros casos, se for possível, solicito que o aluno apague. Não sendo possível e o prejudicado ficando realmente “magoado”, excluo o aluno.


 


...vejo uma carteira rabiscada?


Inicialmente, sei que cabe à administração manter as carteiras limpas e incentivar os alunos a que assim permaneçam, em consideração aos alunos do contraturno.


Vendo uma carteira rabiscada, peço para o aluno que nela está sentado apagar, mesmo que não tenha sido ele que rabiscou. Se ele se recusar, agradeço, ironicamente, e eu mesmo apago. Nestes casos, é comum um colega se dispor a fazer a tarefa.


 


USO DE CELULAR


...durante a apresentação dos conteúdos, um aluno mantém o celular ligado, mesmo após a solicitação genérica de que todos guardassem o aparelho?


Como a regra determina que primeiro se admoeste e, depois, se exclua, e a admoestação, para toda a turma, já foi feita, devo encaminhar o aluno, com o aparelho, para a Coordenação.


É importante perceber que, agindo com bom senso, em alguns casos posso contornar o problema sem chegar à exclusão.


 


...o celular toca na sala de aula e o aluno atende?


Excluo o aluno de sala, encaminhando-o, com o celular, à Coordenação.


 


...percebo que um aluno está filmando a aula com o celular, sem ter me pedido autorização.


Excluo o aluno da sala, de acordo com a regra.


 


 


Procedimentos estabelecidos entre 2013 e 2017.