Balneário Camboriú
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NORMAS



01.04.2009
PO 68/03 | Confecção e distribuição de provas



Ao confeccionarem as provas, os professores se preocupam em elaborar um material legível e, se houver a necessidade da inclusão de gravuras, as
submetem à apreciação do arte-finalista, que, aprovando, vista o formulário EP 41. Ao final do encontro, o professor responsável entrega os originais da prova ao Gerente de Ensino, anexando o EP 41 completamente preenchido.

 

Recebendo, o Gerente de Ensino confere o material, verificando a legibilidade, se há gabarito nas provas objetivas e se todas as informações
solicitadas no EP 41 foram dadas.

 

Se perceber que algo tem de ser alterado, prontamente indica ao responsável o ajuste que deve ser feito, tentando resolver o problema antes do
encaminhamento dos originais à digitação.

 

Assim que conferidos os originais, o Gerente de Ensino os identifica, preenchendo no formulário EP 03 (Confecção de Provas) o tipo da avaliação, a disciplina, a série, a unidade, a data de aplicação da prova e a data do envio às unidades, assina e data em Conferi o manuscrito. Em seguida, põe o material na pasta correspondente ao dia em que a prova será despachada para as unidades, no arquivo de provas a serem digitadas.



A cada um ou dois dias, o digitador retira do arquivo, a partir do cronograma gráfico, o grupo de originais que deve ser digitado. Para iniciar essa tarefa, verifica no EP 03 o tipo de prova, a disciplina, a série, as unidades e a data em que será enviada e aplicada e no EP 41, se é permitido o uso de calculadora ou de dicionário e se se faz necessário incluir a tabela periódica, algum formulário ou o diagrama de Linus Pauling.

 

Depois, escolhe o modelo específico daquele tipo de prova e daquela disciplina e inicia a digitação.

 

Depois de digitada, a versão inicial é impressa e entregue, junto com o original, ao revisor. Este observa problemas na digitação, corrige erros gramaticais e analisa os aspectos estéticos padronizados, descritos no Manual de Revisão das Provas.

 

Depois de realizada a primeira revisão, o revisor devolve o original e a versão inicial ao digitador. Este faz as alterações indicadas e imprime a
versão final em ofício 2, entregando todo esse material ao revisor novamente.


O revisor verifica se ainda restam erros. Se ainda houver, ele solicita oralmente ao digitador que os corrija.

 

Assim que se chega à versão final da prova, o revisor verifica, no ensalamento, o número de cópias necessário para aquela avaliação e completa com
esta informação o EP 03, acrescentando três cópias por série de cada segmento e unidade e anexando à avaliação este formulário. O original da prova
e o EP 41, a ele anexado, vão para o arquivo, lá permanecendo até o final do ano, sendo, então, destruído.

 

Finalizada a confecção da prova, inicia-se o processo de reprodução, que cabe ao mecanógrafo. Este, ao receber a versão final do revisor, faz uma
primeira fotocópia e analisa sua legibilidade, isto é, verifica se a cópia está clara, se não há nervuras em trechos que possam confundir a leitura, se as
gravuras estão compreensíveis, etc. e, só após ter certeza da qualidade da impressão, providencia o número de cópias indicado no EP 03.



Feitas as cópias, o mecanógrafo grampeia as provas e as entrega ao revisor, que já preparara as linguetas (EP 02) conforme ensalamento, observando a cor de acordo com a unidade: Unilíder é branco, Balneário é verde e Itapema é amarelo.

 

Este (ou um colega) distribui as provas dentro dos malotes, de acordo com as linguetas e, em seguida, um outro colega, observando o que está descrito nas linguetas, confere se a colocação das provas nos malotes está correta; estando, lacra os malotes.



As três provas excedentes de cada série são colocadas num único malote por segmento e unidade, escrevendo, no campo ‘Prova’ do EP 02, a palavra Excedentes.  


Por fim, dois funcionários, observando o ensalamento e as linguetas, conferem se todos os malotes foram feitos; estando, um deles põe para despacho.

 

Ao menos um dia antes da realização das provas, o mecanógrafo, observando as cores da lingueta e atentando para a escala de transporte daquele
dia, despacha pelo motoboy os malotes às unidades.

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