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UNIQUALI

NORMAS



01.06.2021
PO 39/05 | Atendimento a alunos com necessidades especiais

 

O Unificado tem um conjunto de procedimentos para o atendimento de alunos com necessidades especiais, ou seja, alunos atípicos. Esta norma detalha como isto se dá.

 

Um aluno com necessidade especial pode ter seu transtorno de aprendizagem informado na matrícula pelos pais ou percebido ao longo do ano pelo Coordenador de Turno.

 

Pais informam necessidade especial no ato da matrícula

Sendo informado no ato da matrícula pelos pais, e tendo a matrícula autorizada pelo Vice-Diretor, nas primeiras semanas de aula o assessor de inclusão promove uma reunião com os pais, com a professora regente (se aluno do Fundamental I) ou com o Coordenador de Turno (se aluno do Fundamental II e Médio) e, se possível, com o terapeuta do aluno.

 

Neste encontro, o assessor solicita aos pais o laudo do transtorno de aprendizagem.

 

Pais entregam o laudo. Recebendo o laudo, o assessor avalia a situação e define se, dali em diante, o aluno terá apenas seu próprio acompanhamento, realizando as provas regulares, ou se a avaliação do desempenho acadêmico do aluno se dará com a aplicação de prova regular monitorada, com ou sem resumo, ou prova regular adaptada, pelo professor ou pelo facilitador, ou prova específica.

 

A prova regular monitorada é aquela em que o aluno faz a prova regular de sua série em uma sala própria, podendo utilizar seus apontamentos e com a presença de um monitor treinado. No Fundamental I, se o assessor de inclusão considerar mais adequado, a aplicação pode se dar na própria sala de aula, com o monitoramento da regente ou de um funcionário da unidade.

 

A prova regular adaptada é a prova regular de sua série adaptada (pelo facilitador ou pelo próprio professor) da disciplina, no âmbito da Direção de Ensino. Esta prova é aplicada como indicado no parágrafo anterior.

 

A prova específica é a prova elaborada pelo próprio professor, levando em consideração os conteúdos que trabalhou ao longo do período. Nesta situação, a avaliação trimestral será descritiva, sendo a descrição associada a um conceito. No final do trimestre o aluno receberá um boletim descritivo e, no final do ano, um Histórico Escolar com conceitos.

 

Tendo feita esta definição, o assessor de inclusão decide pela assinatura ou não do termo de compromisso entre Unificado e família (formulário GD 44), pelo qual a família se compromete a:

consultar, com a periodicidade necessária, profissional habilitado,

ministrar, se for o caso, os medicamentos indicados,

manter uma rotina familiar adequada,

proporcionar no contraturno atendimento especializado com as terapias necessárias para a realização das avaliações de aprendizagem.

 

Por sua vez, o Unificado se compromete a:

orientar a equipe de professores sobre a limitação específica do aluno,

aplicar, se for o caso, a avaliação de aprendizagem adequada,

monitorar, se for o caso, a aplicação da avaliação de aprendizagem,

fazer, se for o caso, avaliação de aprendizagem descritiva,

mensurar de forma diferenciada as avaliações de aprendizagem.

 

Na conversa, o assessor pode decidir pela exclusão de alguns itens.

 

É possível que um encontro apenas não seja suficiente para a tomada das decisões. Sendo assim, o assessor marcará novo encontro.

 

Ao final do encontro, o assessor orienta a regente e o Coordenador de Turno (se aluno do Fundamental I) ou apenas o CT (se aluno do Fundamental II e Médio) nos procedimentos a adotar, levando em consideração as demandas do aluno, enviando também estas observações por e-mail.

 

Em seguida, preenche o formulário GC 96 (indicação de tipo de avaliação), entregando, com o laudo e o termo de compromisso, à Secretária Escolar, que cria o lembrete ‘Especial’ (PO 139).

 

Localizando no ASP Escola o lembrete, o assessor registra a ocorrência ‘Conversa com o responsável*’ com seu parecer inicial, e altera a data do lembrete para dali a um ano.

 

Pais não entregam o laudo. Se os pais não tiverem o laudo, o assessor solicita que providenciem, dizendo que novo encontro será agendado quando o documento tiver sido providenciado.

 

Informa que, neste ínterim, o aluno será tratado como típico.

 

CT percebe necessidade especial ao longo do ano

Quando um professor ou o CT perceber um aluno com aparente necessidade especial cujos pais não tenham informado ― por desconhecimento ou não ―, o CT solicita ao assessor de inclusão que converse com a família.

 

Nesta conversa, o assessor solicita que a família encaminhe o aluno a um profissional, providenciando um laudo.

 

Se os pais concordarem, o assessor de inclusão começa a dar atendimento. Caso contrário, o assessor diz que o aluno será tratado como típico. Quando o laudo for entregue, seguem-se os procedimentos indicados mais acima.

 

Observação

Quando perceber necessidade ou quando acionado pelo CT, mas ao menos uma vez por ano (indicado pelo lembrete), o assessor de inclusão dá atenção ao caso, verificando o andamento das atividades em sala de aula ou marcando uma conversa com a família. Pode ser necessário solicitar novo laudo ou firmar novo termo de compromisso.

 

Seja o que for feito, o assessor registra a ocorrência no ASP Escola e, se decidir alterar o tipo de prova, preenche novo GC 96 e entrega na Secretaria Escolar, solicitando que encaminhe à Direção de Ensino. 

Arquivos para download

PO 39 Atendimento a alunos com necessidades especiais DOWNLOAD
PO 39a Termo de Compromisso (GD 44) DOWNLOAD
PO 39b Requisição de prova para aluno com necessidade especial (GC 96) DOWNLOAD