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NORMAS



08.07.2015
PO 84/01 | Atendimento do Coordenador de Turno ao pai

 

O atendimento ao pai pode se dar por necessidade do Coordenador de Turno ou por necessidade do pai e pode ser marcado com antecedência ou não.

 

Preliminares. No início do ano, cabe ao CT bloquear em sua agenda eletrônica os horários realmente indisponíveis para atendimento e reuniões (horários de entrada e de saída, de recreio e de provas; se dá aula, horários das aulas); sempre que uma reunião ou um compromisso externo (uma imprescindível consulta médica, por exemplo) for marcado, deve bloquear estes horários.

 

Horários até 15 min após o início das aulas, durante o recreio e nos 15 min finais das aulas preferencialmente não devem ser utilizados para atendimento.

 

Agendamento. Se o CT precisar conversar com um pai, define os horários que têm disponíveis e aqueles que, excepcionalmente, podem ser utilizados, e solicita ao seu auxiliar de Coordenação que telefone.

 

Ao telefonar, o auxiliar de Coordenação oferece os horários preferenciais; se o pai alegar que não é possível, o auxiliar sugere os horários excepcionais; se mesmo assim não tiver sucesso, o auxiliar pergunta qual é a disponibilidade do pai e diz que consultará o CT, e então voltará a telefonar. Conseguindo marcar o atendimento, o auxiliar anota na agenda eletrônica.

 

Se o pai precisar conversar com o CT, pode telefonar para a Secretaria procurando agendar um horário ou pode vir à Secretaria querendo ser atendido imediatamente.

 

Caso telefone querendo agendar, o funcionário da Secretaria busca na agenda eletrônica os horários disponíveis e negocia com o pai, agendando.

 

Caso queira ser atendido imediatamente, o funcionário busca localizar o CT e, se este puder atender, solicita ao pai que se dirija à sala indicada. De um modo geral, se um pai veio ao Unificado para conversar com o CT, este deve se esforçar para atendê-lo. Mesmo o atendimento sendo de supetão, é importante que a Secretaria anote na agenda eletrônica.

 

Telefonema. Se um pai telefona querendo conversar com um CT, o funcionário da Secretaria, antes de passar o telefonema, busca descobrir qual o assunto. Obtendo esta informação, se for o caso, o funcionário pode ele mesmo resolver o problema.

 

Caso contrário, isto é, não descobrindo o assunto ou não tendo condições de resolver a questão, o funcionário verifica se a agenda do CT está livre. Como toda reunião (interna ou externa) e todo atendimento são marcados na agenda eletrônica, o funcionário pressupõe que, estando a agenda livre, o CT pode atender o telefonema.

 

Mas, estando ou não estando a agenda livre, o funcionário pergunta o nome do pai, o nome do aluno sobre quem quer falar, a turma do aluno e o assunto.

 

Estando o CT livre (isto é, sem agenda), o funcionário passa o telefonema, mas, quando o CT atende, diz, rapidamente, quem quer falar e qual o assunto.

 

         Exemplo. Dr. Marcondes quer falar sobre o fato de sua filha, Isabel, do 8º B, ter sido pega “colando” na prova de Geografia.

 

         Contraexemplo. O pai do Gabriel está na linha.

 

Se o CT não puder ou não quiser atender (por não ter dados, por exemplo), o funcionário retoma o telefonema, dá uma desculpa (o CT está atendendo alguns alunos, por exemplo), e diz que o CT retornará.

 

Por sua vez, o CT anota e, oportunamente, retorna o telefonema.

 

Não estando o CT livre (isto é, com agenda), o funcionário diz que o CT está ocupado, mas que retornará o telefonema, buscando verificar a gravidade, a importância ou a urgência do assunto. Então, repassa a informação ao CT por mensagem instantânea e, se não tiver um OK do CT antes de terminar seu expediente, manda a informação por e-mail.

 

Recebendo a informação, o CT anota para retornar. Quando conseguir falar, o CT responde o e-mail que recebeu do funcionário, escrevendo algo como “Atendi”. Assim, se o funcionário não receber resposta e o pai vier, mais adiante, perguntar se o recado foi dado, o funcionário deduz que CT não conseguiu falar com pai.

 

É importante o pai perceber que recado deixado com a Secretaria é tão eficiente quanto com o auxiliar de CT.

 

Local do atendimento. Via de regra, não convém que o pai tenha de passar por dentro do prédio, envolvendo-se no dia-a-dia da unidade, para acessar a sala em que será atendido pelo CT. Assim, havendo uma sala próxima à Secretaria para atender o pai, deve o CT preferi-la. Neste caso, deve levar consigo a documentação que for necessária para o atendimento.

 

Tendo de atender em sua própria sala, deve o CT tentar que o atendimento seja o menos interrompido possível.

 

Atendimento. Antes de receber o pai, o CT deve se preparar. Se o próprio CT marcou o atendimento, isto não é difícil; mas, se foi o pai que marcou, o CT precisa saber o assunto, para providenciar o que for devido.

 

         Exemplo. O Situação do Aluno, se a conversa for sobre desempenho do aluno; alguma informação de um professor, se a conversa for sobre um conflito interpessoal ocorrido em sala de aula.

 

O ideal é que o atendimento não passe de 15 min, principalmente se for marcado pelo CT; obviamente, isto nem sempre é possível.

 

Na conversa com o pai, o CT deve se esforçar para este perceber que ambos querem a mesma coisa ― o sucesso do nosso aluno, do seu filho.

 

O CT deve perceber que, via de regra, o filho é o bem mais precioso do pai. Assim, se o CT tiver a forte suspeita (ou mesmo a certeza) que o garoto está consumindo drogas ou que a menina está tendo comportamento lascivo com seu namorado nas dependências da unidade, não deve fazer afirmações diretas, como “seu filho está se drogando” ou “sua filha está sendo bolinada pelo namorado”, mas informar que “o garoto está em companhias não recomendáveis, que a escola é alvo fácil para repasse de drogas” ou que “no ambiente escolar é importante que a menina tenha comportamento compatível tanto com seu namorado como com os demais colegas”. Qualquer afirmação forte neste tipo de situação poderá ensejar do pai um pedido de apresentação de provas.

 

Em situações em que tem de apresentar um comportamento inadequado do aluno, o CT deve começar apontando um aspecto positivo ― “seu filho é bastante educado, mas está com baixo desempenho em Química”, “sua filha tem média geral 89, mas está sendo descortês com algumas colegas nas redes sociais”.

 

Após o atendimento. Terminado o atendimento, o CT deve registrá-lo no ASP Escola, em ‘Conversa com o responsável’. Se ficar a seu encargo tomar alguma providência (mudar o aluno de turma ou conversar com a garota, por exemplo), o CT deve anotar e fazer. Não deve o CT assumir tarefas para muito mais adiante (no próximo ano, não deixar que Pedro fique na mesma turma de Henrique, por exemplo).

Arquivos para download

(B) Secretaria Escolar DOWNLOAD
(D) Coordenação de Turno DOWNLOAD
PO 84 Atendimento do Coordenador de Turno ao pai DOWNLOAD